"Descoberto em 1969 por cientistas que procuravam inventar um remédio para gastrite, o aspartame logo se tornou um dos mais usados adoçantes do mundo. Já o glutamato monossódico, um sal sintético descoberto no Japão no início do século passado, é utilizado em larga escala para realçar o sabor dos alimentos. O grande problema da utilização abusiva dessas duas substâncias tão presentes na alimentação moderna é o fato de ambas já estarem presentes no organismo. Com a função de excitar os neurônios, o glutamato e aspartame são os dois aminoácidos mais abundantes no cérebro e por isso devemos absorver esses aminoácidos normalmente pela alimentação. (…) Essas substâncias acabam por abrir os canais de cálcio dos neurônios, o que provoca uma superexcitação nervosa. A consequência mais comum disso é a enxaqueca, mas acontece também a produção de radicais livres que matam neurônios cognitivos, causando problemas de memória e Alzheimer. (…) A candida albicans está envolvida, mais uma vez. Porque quando usam aspartame "para emagrecer", as pessoas estão oferecendo ao germe seu melhor alimento, uma arma para que ele fure as barreiras do intestino (aumento da permeabilidade) e do cérebro. O aspartame é a matéria-prima que a candida albicans necessita para fabricar a aspartatoprotease, uma enzima com a qual produz não apenas as enxaquecas, mas também a depressão, a fadiga crônica. Além disso, a candida albicans libera mais de 80 toxinas (…)" que sobrecarregam o fígado (destoxificação) (…)"
Referência:
PÓVOA, H; CALLEGARO, J.; AYER, L. Nutrição Cerebral. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.




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