Doença Celíaca: REPOSICIONANDO O ICEBERG


Fonte: Rio Sem Glúten.

Parte do desafio de identificar a doença celíaca é o seu status emergente de "doença iceberg", que pode se apresentar de modo subclínico, com poucos ou nenhum sintoma intestinal.[1] Confundindo o que se sabia anteriormente sobre a doença, a doença celíaca apresenta agora mais frequentemente sem sintomas de má absorção ou desnutrição, e atinge tanto pacientes abaixo do peso quanto os com sobrepeso, aproximadamente na mesma proporção.[8]

O que também se pensava ser uma doença diagnosticada principalmente entre as crianças é agora diagnosticada muito mais entre os adultos (nove adultos para cada criança) entre a quarta e sexta décadas de vida.[2] No entanto, as crianças e os jovens com doença celíaca ainda levantam questões específicas, com indícios sugerindo que apresentem transtornos psiquiátricos cerca de uma vez e meia mais do que a incidência da população em geral.[9]

"Isso provavelmente representa um paradigma do eixo intestino/cérebro, com relação cruzada bidirecional entre estes dois órgãos", disse o Dr. Fasano. "As crianças e os adolescentes com sintomas como ansiedade, depressão, transtorno do déficit de atenção e/ou hiperatividade, ou mesmo autismo, merecem uma atenção especial, particularmente no monitoramento desses sintomas após a implementação de uma dieta sem glúten."

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http://portugues.medscape.com/features/slides/65000063#page=6

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