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ESPINHEIRA SANTA E SAÚDE DIGESTIVA
Segundo o uso popular acredita-se que a Espinheira Santa possa combater várias doenças, dentre as quais podem-se destacar gastrites, azia, dispepsias (desconforto digestivo)e úlceras. Os estudos confirmam ações tônicas, analgésicas, antissépticas, anti-inflamatórias, cicatrizantes, antimicrobianas, diuréticas e laxativas.
De acordo com o Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira (ANVISA, 2016):
ESPINHEIRA SANTA
Parte utilizada: Folhas
INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS
Antidispéptico, antiácido e protetor da mucosa gástrica.
CONTRA-INDICAÇÕES
Não deve ser usado durante a gravidez, lactação
e em crianças menores de seis anos. Há indícios
que o uso de Espinheira Santa causa redução do leite materno. O uso interno da Espinheira Santa é contra-indicado durante a lactação.
DOSE E INTERVALO
Uso Oral sob a forma de chá (infusão) ou extrato.
Uso adulto e infantil acima de 12 anos.
Infusão: 3 g (1 colher de sopa) para 150 ml de água filtrada. Tomar 150 ml do chá, logo após o preparo, três a quatro vezes ao dia.
TEMPO DE UTILIZAÇÃO
O tempo de uso depende da indicação terapêutica
e da evolução do quadro acompanhada pelo profissional prescritor. Estudo clínico avaliado propõe a utilização por 28 dias.
ENSAIOS CLÍNICOS FARMACOLÓGICOS
Num estudo clínico avaliou-se o efeito terapêutico do extrato de M. ilicifolia obtido das folhas, em pacientes com dispepsia alta não ulcerosa, tendo um grupo placebo comparativo e duplo-cego. O grupo tratado mostrou resultados efetivos quando comparado ao grupo que recebeu placebo.
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. 1a Ed. 2016.

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