O gengibre (Zingiber officinale Rosc.) originou-se no Sudeste Asiático e, em seguida, além do seu uso pela Medicina Herbal Tradicional, ele passou a ser propagado como tempero e condimento em muitos países.
Segundo Revisão publicada no International Journal of Preventive Medicine (2013):
O gengibre tem potencial para tratar uma série de doenças, incluindo distúrbios degenerativos (artrite e reumatismo), saúde digestiva (indigestão, constipação e úlcera), distúrbios cardiovasculares (aterosclerose e hipertensão), náuseas, vômitos, diabetes mellitus e câncer.
Ele também possui propriedades anti-inflamatórias e anti-oxidativas para controlar o processo de envelhecimento. Além disso, tem potencial antimicrobiano e pode ajudar no tratamento de doenças infecciosas.
A produção de radicais livres além da capacidade antioxidante de um sistema biológico, resulta em estresse oxidativo, que podem desencadear patologias e acelerar o processo de envelhecimento. As moléculas bioativas presentes no gengibre como gingeróis mostraram importante atividade antioxidante.
A Revisão mostra também que o consumo de gengibre antes do exercício físico pode reduzir a dor muscular que ocorre após a atividade física intensa. Tal efeito se deve ao efeito anti-inflamatório do gengibre.
Do mesmo modo, a Revisão relata que o potencial anticancerígeno do gengibre está bem documentado e seus ingredientes funcionais como gingeróis, shogaol e paradóis são ingredientes valiosos que podem ajudar na prevenção de vários tipos de câncer, a angiogênese e a metástase, além de promover a indução da apoptose (morte celular) e a inibição da progressão do ciclo celular. Além disso, os compostos bioativos são eficazes no tratamento de doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e na promoção da saúde gastrointestinal.
➡ https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3665023/?report=classic

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