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APRENDA A OLHAR O SEU COCÔ E O COCÔ DO SEU FILHO!
- POUCO VOLUMOSAS, EM FORMA DE PEDRINHAS E DURAS
Dieta pobre em fibras e água, sedentarismo e sensibilidades alimentares, congestão hepática.
- EM FRAGMENTOS FINOS
Sensibilidades alimentares, intoxicação colônica, dieta pobre em fibras.
- FINAS E EM TIRAS
Espasmo, obstrução colônica, estrangulamento do cólon ou hiperplasia prostática.
- FLUTUANTES
Dieta rica em lipídios, déficit na absorção de gorduras, desequilíbrio hepático, insuficiência na produção de lipase, excesso de muco por colite, alta produção de gases.
- MUITO MUCO, VISCOSAS, PEGAJOSAS
Colite, doença de Crohn, úlcera, dieta altamente produtora de muco (derivados de leite), sensibilidades alimentares.
- RESÍDUOS ALIMENTARES
Mastigação insuficiente, má digestão, fraqueza do trato gastrintestinal.
- PRESENÇA DE AMIDOS MAL DIGERIDOS
Insuficiência na produção da enzima amilase, função pancreática comprometida.
- COM ODOR FÉTIDO
Má digestão, alto tempo de trânsito intestinal, infecção, intoxicação intestinal.
- COM SANGUE
Hemorróidas, sangramento do trato gastrintestinal.
- ESVERDEADAS
Problemas na produção e conversão de bile, excesso de clorofila.
- CLARAS
Insuficiência na produção de bile, obstrução da vesícula biliar.
Referências:
1. PÓVOA, H. O cérebro desconhecido: Como o sistema digestivo afeta nossas emoções, regula nossa imunidade e funciona como um órgão inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
2. MACKEITH, G. Você é o que você come. Elsevier Editora, 2005.
3. Barbara Rita, nutricionista e professora de gastroenterologia funcional do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica Funcional da UNICSUL.

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