ESCOLHA BONS CARBOIDRATOS!


CARBOIDRATOS 'BONS': têm mais fibras, minerais e vitaminas, baixo índice glicêmico, isto é, demoram mais tempo para serem digeridos e irem para a corrente sanguínea, mantendo os níveis de glicemia e insulinemia estáveis e equilibrados. As células ficam abastecidas por mais tempo com seu combustível principal, a glicose. O poder de saciedade é maior e, consequentemente, um consumo calórico menor. 
SÃO ELES: pães integrais (escolha aqueles que contenham de 3 a 5 gramas de fibras por porção = 2 fatias), quinoa, amaranto, aveia, chia, arroz integral, vegetais, tubérculos e frutas.

CARBOIDRATOS 'RUINS': são pobres em fibras e nutrientes, têm alto índice glicêmico, isto é, são digeridos e caem na corrente sanguínea rapidamente, aumentam a glicemia e os níveis de insulina, seguido de uma queda brusca da glicemia. Geram 'craving', ou seja, a necessidade por mais carboidratos. Excesso de carboidratos viram gorduras no organismo. Ao longo do tempo, podem ocasionar resistência insulínica, diabetes tipo II, gordura visceral (nos órgãos), obesidade abdominal, inflamações subclínicas, envelhecimento precoce, aumento de triglicérides e colesterol. O poder de saciedade é menor e, consequentemente, um consumo calórico maior para satisfazer. Geram fome com rapidez. 
SÃO ELES: pães brancos, farinhas e arroz branco, cereais matinais cheios de açúcar (tipo sucrilhos),  doces, refrigerantes e sucos de frutas em excesso (mesmo os naturais), guloseimas, cookies de farinhas refinadas.

INDIVIDUALIDADE BIOQUÍMICA: uma forma de modular a digestão e tornar mais lenta a absorção de um carboidrato tido como 'BOM' mas que se torna 'RUIM' devido à técnica de preparo, como por exemplo, um suco de frutas, é consumir  na mesma refeição uma pequena porção de gordura de boa qualidade (nozes, sementes, castanhas, abacate, azeite, por exemplo). Tudo vai depender de cada caso e objetivos que devem ser avaliados em conjunto com o nutricionista.


Nenhum comentário: